Osteopatia, clínica e ensino.
Sou Filipe Rodrigues, Osteopata, licenciado pela CESPU e Professor Assistente convidado na Licenciatura em Osteopatia.
A minha atividade cruza a prática clínica, o ensino e a formação contínua, procurando integrar o raciocínio clínico, a avaliação individual e uma abordagem adaptada a cada pessoa.
Formação pós-graduada em Medicina do Desporto, Reabilitação e Gestão.
Um percurso entre clínica e ensino.
O meu percurso em Osteopatia começou na formação académica e evoluiu para uma atividade que hoje combina prática clínica, docência e formação contínua.
Ao longo deste caminho, o contacto com diferentes contextos clínicos e académicos tem contribuído para uma forma de trabalhar progressivamente mais estruturada e fundamentada.
Prática clínica. Ensino. Evolução.
Atualmente exerço atividade clínica como Osteopata, conciliando-a com a docência na Licenciatura em Osteopatia da CESPU e com formação pós-graduada.
Consultas de Osteopatia em contexto clínico.
Professor Assistente convidado na Licenciatura em Osteopatia.
Início da Licenciatura em Osteopatia.
Entrada na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, CESPU, iniciando a formação superior em Osteopatia.
Conclusão da formação superior.
Conclusão da Licenciatura em Osteopatia, com 240 ECTS e formação clínica integrada.
Da prática clínica ao ensino.
Desenvolvimento da atividade profissional em Osteopatia e início da colaboração com a CESPU como Professor Assistente convidado.
Diferentes contextos de prática.
Continuidade da atividade clínica em Braga, incluindo a UCDI e, posteriormente, a Fisiodume.
Um novo ciclo de formação.
Início da Pós-Graduação em Medicina do Desporto, Reabilitação e Gestão, aprofundando áreas complementares à prática clínica.
O percurso não termina numa formação ou num local de trabalho. A atualização, o contacto com diferentes contextos e a reflexão sobre a prática fazem parte do desenvolvimento profissional.
Formação como base. Atualização como continuidade.
A formação em Osteopatia constitui a base da minha prática profissional, complementada por formação contínua em áreas com relação direta com a avaliação, o acompanhamento e a gestão de diferentes apresentações clínicas.
Mais do que acumular formações, procuro integrar conhecimento que possa acrescentar qualidade ao raciocínio e à prática clínica.
Licenciatura em Osteopatia.
Escola Superior de Saúde do Vale do Ave · CESPU
Formação superior com componente teórica, prática e clínica integrada.
Medicina do Desporto, Reabilitação e Gestão.
Formação pós-graduada em Medicina do Desporto, Reabilitação e Gestão, complementando a formação em Osteopatia com conteúdos relacionados com contexto desportivo, reabilitação e gestão.
Áreas de formação realizadas ao longo do percurso profissional.
Escoliose e deformidades da coluna.
Formação em avaliação e intervenção em escoliose e deformidades da coluna.
Osteopatia Pediátrica.
Formação complementar realizada na área da Osteopatia Pediátrica.
Formação contínua.
Atualização através de formação, congressos e contacto com diferentes áreas da prática e investigação.
A formação complementar amplia conhecimento e ferramentas de raciocínio. A sua integração na prática depende sempre do contexto, da avaliação e do âmbito profissional.
Dois contextos. Uma prática em evolução.
A atividade clínica e a docência fazem hoje parte do meu percurso profissional e colocam-me em contacto permanente com diferentes formas de observar, questionar e discutir a Osteopatia.
São contextos distintos, mas complementares: a experiência clínica levanta questões e o ensino exige organização, atualização e reflexão sobre o conhecimento.
Avaliação individual. Decisão clínica.
Na prática clínica, procuro compreender a situação apresentada por cada pessoa antes de definir a abordagem a seguir, integrando história clínica, exame e evolução dos sintomas.
Ensinar também obriga a questionar.
Como Professor Assistente convidado na Licenciatura em Osteopatia da CESPU, participo no ensino e acompanhamento de estudantes em diferentes momentos da sua formação.
A prática coloca perguntas. O ensino obriga a estruturá-las.
Conciliar os dois contextos contribui para manter uma relação ativa com o conhecimento e para rever de forma crítica a maneira como avalio, explico e fundamento decisões na prática profissional.
Alguns princípios que atravessam os dois contextos.
Questionar
Não assumir uma explicação apenas porque parece ser a mais evidente.
Fundamentar
Relacionar decisões com a informação disponível, a avaliação e o contexto clínico.
Comunicar
Explicar de forma compreensível o que foi encontrado e o caminho proposto.
Reavaliar
Acompanhar a evolução e ajustar a estratégia quando a resposta o justifica.
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